3.03.2006

O AMOR

E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é
amor; e quem permanece em amor, permanece em Deus, e Deus
nele" (1 João 4:16).

Em um certo vilarejo uma casa foi destruí­da pelo fogo.
Pequena parte da mobí­lia e quatro vacas foi o que o
proprietário conseguiu salvar, nada mais. Aquela familia
precisava de tudo para recomeçar a vida. Um dos vizinhos se
aproximou e parou diante da casa, agora um monte de cinzas
de onde sai­a muita fumaça. Sacudindo a cabeça como a mostrar
que não acreditava no que via, virou para seu amigo de
muitos anos e falou: "Se eu puder fazer alguma coisa,
diga-me." E logo a seguir voltou para sua casa. Outros
vizinhos começaram a aparecer, mas ao invés de perguntarem o
que podiam fazer, trouxeram camas, colchões, batatas e
legumes, panelas, roupas e feno para as vacas. Para uma
pessoa que tem o dom de misericórdia, "chame-me caso
precise" não é a frase mais indicada. Ela apenas sugere um
registro ou um ato superficial que não toca a consciência. A
genuína misericórdia não apenas fala, mas faz alguma coisa.

Como tem andado nosso amor e solidariedade? Temos mostrado
as atitudes inerentes aos que foram transformados pelo
Senhor, ou continuamos levando uma vida superficial e
indiferente ás necessidades de nosso próximo?

O verdadeiro amor de Deus, que Ele próprio demonstrou ao
enviar Seu Filho para salvar os pecadores,
traduzido por gestos e atitudes que comprovam a mudanças
ocorrida ao convidarmos Jesus para entrar em nossos
corações. Palavras bonitas e rebuscadas podem embelezar os
livros de poesia mas apenas a pratica de tais palavras
enfeitam os livros dos céus e alegram o seu coração e o de nosso
Deus.

O Senhor Jesus Cristo espera muito mais de nós, cristãos, do
que meras palavras de misericórdia. Elas são vazias e
inúteis a não ser que venham acompanhadas de uma mão
estendida e da demonstração prática de seu significado.

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